quarta-feira, 25 de março de 2020

Livro 03: A menina que colecionava borboletas


Sinopse do fundo do livro: Bruna Vieira está cada vez mais longe dos quinze, e sabe que crescer nunca é tão simples. Considerada uma das blogueiras mais influentes do mundo, mais uma vez ela dá vazão ao seu talento como escritora com este seu novo livro de crônicas e pensamentos, em que mostra o quanto amadurecer e conquistar a independência é maravilhoso, mas tem seus desafios e poréns. A garota do interior que usa batom vermelho e que realizou seus maiores sonhos continua inspirando adolescentes de todo o país. Para ela, as páginas deste livro significam o bater de asas das borboletas que colecionou dentro do peito por algum tempo e que agora, finalmente, pode deixar que voem livres por aí.



Sinopse da orelha: Estou prestes a completar 20 anos de idade, não sei se isso é muito ou pouco para você. O fato é que ter de começar a enfiar o número 2 ali na frente em todas as fichas de cadastro me fez pensar na vida (como se eu não fizesse isso o tempo todo). Tenho orgulho de dizer que superei aquela antiga vontade de impressionar as pessoas, então realmente não é um problema admitir que não conheço algo, sejam músicas, autores, lugares, filmes, etc. Depois de certo tempo, a gente finalmente entende que culto mesmo é quem não tem vergonha de reconhecer suas limitações e, claro, tem vontade de sobra de superá-las diariamente. Junto com as conquistas, vieram inúmeras responsabilidades. Eu não sou a melhor escritora ou blogueira que conheço, também não sou uma amiga perfeita, e minha vida amorosa é uma bagunça na maior parte do tempo, mas me contento com a certeza de que tenho dado o meu melhor. Estar no comando da própria vida é uma das melhores sensações que o ser humano consegue experimentar. A melhor, até onde sei, ainda é o amor. Viver as duas coisas ao mesmo tempo não é tão simples quanto parece, como descrevem nos filmes e livros. É raro. Muito raro. Nossa sorte é que tentar também é divertido. Não sei você, mas eu adoro me apaixonar. Pena que acontece só um ou duas vezes por ano.


Minha opinião: Terceiro livro da autora e blogueira Bruna Vieira. Eu tenho uma certa paixão pelos contos da autora, muito mais que os dois livros contando a história de Anita. Bruna mesmo com pouca idade, que na verdade nunca significou nada, tem consigo uma mala repleta de experiência e sentimentos, por onde ela passa carrega consigo um mundo de lembranças e deixa um pouco do seu mundo também. Então mesmo nova, consegue transparecer em seus contos, experiências e sonhos que faz cada leitor parar sua existência para pensar em tudo que ela passou, e nos fazermos mais fortes para seguirmos em frente.
A escrita da autora melhorou muito, cheio de metáforas, escolhas, decisões que metade de seus leitores não teriam a coragem que ela teve para fazer isso. A Bruna é como um impulso propulsor na minha vida, quando eu penso que minha vida parou ou não faz sentido, eu penso na autora e tudo que ela viveu e onde ela chegou, e isso me levanta e faz olhar adiante. 
Já falando do livro, a cada edição as capas conseguem ser mais lindas, e o diferencial são as frases da autora em imagens do livro, que vem exposto desde o primeiro livro de contos da autora, da vontade de tirar cada imagem do livro e fazer um quadro.

"Agir de acordo com as expectativas alheias o tempo todo é mais ou menos como não fazer nada. E se for para não fazer nada, convenhamos, é melhor ficar no sofá o final de semana inteiro assistindo sua série preferida e comendo besteiras, concorda?" 

"Amadurecer tem um pouco a ver com usar experiências passadas para não cometer novos erros, por isso, tudo bem desenterrar o passado só pra ter certeza de que a raiz é forte e que esse vento uma hora ou outra vai passar. As estações mudam, independente do lugar do mundo que você está."


"Quando algo que gostamos está sempre a nossa disposição, acabamos nos acostumando com isso e por comodidade, esquecemos de demonstrar o quanto aquilo é importante e tomar o cuidado necessário. A desvantagem de ser assim, tão distraída, é que só nos damos conta, quando nos damos conta, que algo era importante no momento em que o perdemos de vez. Isso vale para objetos, mas também para momentos e pessoas importantes." 




Tem mais resenha da autora aqui para vocês:
Depois dos quinze
E vocês o que acharam do livro?

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